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Maick "MaicknucleaR" Thiago
Lenin (São Paulo, Capital, Parque Edu Chaves, 28 de setembro de 1981),
autor do livro "Meu Doce Valium Starlight (editora Dulcinéia
Catadora - 2007)", editor da Revista Lasanha Literata, apresentador
da rádio virtual "Online Atomic Radio" e do webtalknews "OgivanewS".
Criador da produtora digital independente "Fronteira Filmes" (onde é roteirista,
câmera, editor, diretor, divulgador e produtor de entrevistas, clipes
e especiais), criador e produtor total do Showral "MaicknucleaR e o
Sarau Portátil" (totalmente autoral: Maick produziu os beats,
fez a pré e a produção final, fez as gravações
em sua casa e em casa de amigos e todos textos recitados por ele mesmo são
de sua autoria; Maick também criou a arte da capa, fez a divulgação
e inclusive os clipes que já somam mais de um milhão de plays
em seu canal do videolog). MaicknucleaR participa de outros projetos músico/literários
assim como o Sarau "Verbos Curtos/Viola na Vela" e é vocalista
da banda UzzmetralhA. Maick toca baixo, violão, joga, fuma, bebe,
ama o programa Acid Music Studio e fode ao som de muito Rare Groove, Sublime
e Deliquent Habits..
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Tão
menos dolorosa
MaicknucleaR
...a
filarmônica herege dos ídolos socados no rabo retumbou ecoando
entre as paredes daquele pedaço particular de inferno...
Cena 1
Corta-picas filosófica (O arregaço)
Vodka e xeque-mate.
Volúpia drink's & Vale da luxúria.
Festinha em que satã vai à forra tende a acabar em merda!.
Cena 2
Templário das ninfas serenas (panteão do absurdo)
Mais uma vez
ela acordou só de meias, com lembranças travestidas
em copos descartáveis. Agora sangra pelo rabo acende um cigarro e
pensa que seus "amigos são foda mesmo". Nem liga!: Lava-se,
linda como é nada lhe afeta, vai embora.
Passados dois meses, o horizonte menstruado da velha cidade não via
que dentro daquela banheira encardida ela enfiava um garfo de churrasco em
sua larga e beiçuda buceta adentro, buscando algo que ela não
queria...
...sangrava.
E aí: quer tingir a morte de ruge, ô, sua mula?!... Não
a sua!.
[eu não
vi nada]
Corta!
Sim, meus velhos
comparsas de escrivismo deformado, pensamentos sórdidos,
atos deploráveis, conduta desaprovável e prosa narro-depravadas.
Cúmplices da Garoa indomável e travessias de nirvana afora.
Vim trazer-lhes a maldita odisséia do paradoxo!. O puro creme dos
becos de fulos e seu dinheiro sujo. O cataclismo do arrebol e essas encruzilhadas
urbanas.
Preparem a repulsa, salguem a gordura de suas pipocas e avisem os futriqueiros:
Meu showzinho de merda agora vai começar!...
Esta obra está
licenciada sob uma
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